Forças de Segurança "asfixiam" crime organizado em Campo Belo após morte de militar

  • 13/03/2026
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Forças de Segurança "asfixiam" crime organizado em Campo Belo após morte de militar

Forças de Segurança "asfixiam" crime organizado em Campo Belo após morte de militar Golpe financeiro na estrutura criminosa de Campo Belo. Foto: PMMG   A cidade de Campo Belo vive dias de intensa atividade policial e sucessivas baixas nas estruturas das organizações criminosas locais. Desde o assassinato do sargento Rodrigo da Silva Pereira, de 43 anos - executado em uma emboscada na porta de sua residência na noite de 4 de março -, as polícias Militar, Civil e Penal deflagraram uma ofensiva sem precedentes para desarticular o tráfico na região.

Na madrugada de hoje, quinta-feira, dia 12 de março, a rede criminosa sofreu o que está sendo considerado um dos mais duros golpes financeiros na rede criminosa. Após um minucioso trabalho de inteligência da Polícia Militar, as equipes localizaram um esconderijo estratégico em uma área de mata fechada.

No local, os criminosos utilizavam uma tática de ocultação sofisticada com uso de tambores plásticos hermeticamente fechados e enterrados, que serviam como um depósito central para o abastecimento da região.

A quantidade de entorpecentes impressiona pelo valor de mercado e pelo potencial de dano social. Todo o material estava em forma bruta, pronto para ser fracionado e distribuído, foram 164 barras de maconha prensada; 34 barras de crack (alto valor agregado e alto poder viciante); 12 barras de cocaína pura e, 3 barras de haxixe.

Especialistas indicam que o prejuízo para o crime organizado ultrapassa a casa das centenas de milhares de Reais, uma vez que o fracionamento dessas barras multiplicaria o lucro ilícito nas ruas.

A ação resultou na detenção de três indivíduos, que foram encaminhados à Delegacia de Polícia Civil de Campo Belo para a ratificação do flagrante e prosseguimento das investigações sobre a origem e o destino das drogas.

O comando das forças de segurança que atuam na cidade foi enfático: as operações não têm data para terminar. A estratégia agora é a asfixia financeira e logística das gangues, enviando uma mensagem clara de que atentados contra a vida de agentes do Estado serão respondidos com o rigor máximo da lei e o desmonte completo das estruturas criminosas.


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