Jovens encontrados mortos após sete dias desaparecidos em SC serão sepultados em MG nesta segunda

  • 05/01/2026
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Jovens encontrados mortos após sete dias desaparecidos em SC serão sepultados em MG nesta segunda

Jovens encontrados mortos após sete dias desaparecidos em SC serão sepultados em MG nesta segunda

Daniel Luiz da Silveira e Bruno Máximo da Silva devem ser enterrados pela manhã, em Guaxupé; sepultamentos de Guilherme Macedo de Almeida e Pedro Henrique Prado de Oliveira ainda não estão definidos, mas devem ocorrer em Guaranésia.

Por g1 Sul de Minas   

Os corpos de Daniel Luiz da Silveira, de 28 anos e Bruno Máximo da Silva, também de 28, encontrados mortos neste sábado (3) após sete dias desaparecidos em Santa Catarina, devem ser sepultados em Guaxupé (MG) nesta segunda-feira (5). Segundo a funerária responsável pelo translado dos dois corpos, a equipe seguiu para Santa Catarina na tarde deste domingo (4) para buscar os jovens. Ainda conforme a funerária, tudo indica que não haverá velório, e os corpos devem ser sepultados durante o período da manhã.


Já os corpos de Guilherme Macedo de Almeida, de 20 anos, e Pedro Henrique Prado de Oliveira, de 19, devem ser transladados para Guaranésia (MG) por uma funerária de Mococa (SP).

De acordo com a empresa, a confirmação da chegada dos corpos na cidade depende de definições previstas para a noite deste domingo, por isso ainda não há previsão de sepultamento.  LEIA TAMBÉM:

Corpos foram encontrados amarrados às margens de estrada

A Polícia Científica confirmou, na manhã deste domingo (4), que os quatro corpos encontrados amarrados em Biguaçu (SC) são dos jovens vindos de Minas Gerais desparecidos em Santa Catarina. As vítimas foram localizadas na manhã de sábado (3) e passaram por exames.

Eles foram identificados como Daniel Luiz da Silveira, de 28 anos, Bruno Máximo da Silva, 28, Guilherme Macedo de Almeida, 20 e Pedro Henrique Prado de Oliveira, 19. As causas das mortes não foram detalhadas.

Até a tarde deste domingo, dois corpos já haviam sido liberados do Instituto Médico Legal (IML), localizado em Florianópolis, enquanto outros dois aguardavam a chegada da funerária.

Logo após o encontro das vítimas, no sábado, a mãe de Pedro disse para a imprensa que os corpos eram dos jovens. Sílvia Aparecida do Prado afirmou que o reconhecimento foi realizado por familiares de Guilherme e só foi possível por meio das tatuagens.

Os quatro eram amigos, moravam juntos em São José e buscavam melhores condições de vida. Guilherme, por exemplo, estava na região há cerca de 20 dias e tinha um emprego garantido para começar na segunda-feira (5). 


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